segunda-feira, 23 de março de 2009

MERCADÃO DO BANQUETE BARANGANDÃO 27/03/09, quando e onde a gula não é pecado, apenas fome em demasia

ENTRADA FRANCA


Quem sou eu? Mercadão, prazer. Mercadão dos prazeres. Barangandão, brinquedo - Barangandão dos brinquedos. Mercadão barangandão é um convite a entrar e ficar e sair sem pagar e ter o prazer de brincar de ser fã de si mesmo! De produzir o que for e dividir! multiplicando! toda e qualquer possibilidade de experimentação sensorial através da mistura de plurais e singulares.
A chamada é pra explorar, se expor. Frequentar-se. A programação a gente inventa e a divulgação é você.

Preciso é um verso que comece o manifesto.

Meu coração quer o que meu coração queira
Talvez limites, talvez perpetuidade
– ideia ou dádivas.

Toda minha força tende a fazer-me ecoar-nos, pois sois da mesma substância – abstrata fibra, abstrata carne, abstrata só para a nossa mente demasiada humana. Mas matéria que me permite ser tanto, e apenas parte.

Abstrata mãe, monstruosa cria.
Inesgotável mama;
O verbo não se dá todavia.
E onde cabe a nós buscá-lo? Se o que foi é – e continua.
Assim: como uma abrupta fissura entre a gente.

Quem dera bastasse ter sentidos pra sentir, ou que fosse apenas necessário ter ouvidos à expressão subterrânea – o que se exige sem precedentes, mágica ou misteriosa para quem pensa em tons. Quem dera existir bastasse e fosse pasto para existência.

Nutrir, hidratar, viver, falar: preciso. Distrair.

FANZINE E O MENU DE OFERTAS:...



MERCADÃO BANQUETE BARANGANDÃO - 27.03.09 22H
TEATRO DCE UFF - Av. Visconde do Rio Branco, 625. Niterói, Centro (ao lado do plaza)

A direção.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DO BANQUETE BARANGANDÃO

Jornal do DCE da UFF - Março 2009

domingo, 15 de março de 2009

BARAGANDINHO & PICNIC'S AFINS

Passamos amáveis horas, como aquela música dos ursinhos no pique-nique, no dia... numa atmosfera meio hippie, mas com banho, numa onda meio matrix mas sem a super produção hollydiana, porém agradáveis horas meio shakspeareanas, construindo um plano secreto a ser apresentado no dia 27 de março, agora. Guitarras, baixo, percursões, flauta, dança, vozes e tudo que um lanchinho ensaístico merece.Os gulosos a serem enaltecidos são: Lívia Ferre, Banda Uneversos (todos), Wilson Moreno, Augusto e Érika (Motherfunk), Leo e Pedro (Edifícil Lúcia), Louise, Daya, Thati...


Não esquecemos que repetiremos a dose, sem o plano secreto dessa vez, ou sim... esperaremos lá e nos veremos lá.

terça-feira, 3 de março de 2009

APERITIVO ENSAÍSTICO . 05/03 . TEATRO DCE UFF

Antes do convite creio que seja bom deixar claro para quê.

Estranho caso do AperitivoBarangandinho ser exatamente o que ele é: degustação de canapés do panelaço à mesa do Banquete Barangandão, um pique-nique ensaístico do discurso que se dá. E bonsbrasileiros sabem, a cerveja é barata mas o feijão tá caro, por isso digníssimas senhoritas senhoras, senhores, gentlemen, neguinhas (tragam, à americana, os cubos, instrumentos, suas azeitonas e qualquer forma de expressão não -ou sim -artística).

Sem miúde afeição, só as grandes, a (multi-)direção

TEATRO DO DCE UFF

Quinta-feira, 05 / 03 - 20h

Av. Visconde do Rio Branco, 625 - Centro - Niterói, RJ

BARANGANDINHO PRIMEIRO

No sub-mundo da eloquëncia geral, tornou-se alimento a geléia real produzida na sessão 2 (de 2_o andar) nos meandros do DCE da UFF, em meio uma enchente de alegria;
Admitimos que a chuva fóra fôra motivo para virem se abrigar sob o som de diversos grupos improvisados - porém de molho nada faltou: teve guizão, miguelito, ricardo, nando black; victor leão e nando black; wilson, pablo e sérgio; bia, leão e victor; daya, martina, sérgio e pablo; pablo, sérgio e victor; pedro, victor e leão; leo, pedro e guizão; cafeína; cult rock; uneversos - não necessariamente nessa ordem e ao inverso - subversivamente, subversivamente.

Aperitivo Barangandinho, tudo de Todos (talvez seja melhor outro slogan) ficam então convidados à degustação a la carte...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

APERITIVO BARANGANDINHO 19/12 DCE UFF - No quinto dos andares!!!


Semente plantada, aguardamos os nutrientes para que as belezas saltem à vista.

Sendo então franco e claro: o objetivo agora é viabilizar a união dos passos pensantes do À pouco e do Agora; ensaiar o rugido que acorde aos sonâmbulos e desperte aos sonhadores em vigília.

Aperitivo Barangandinho – pic-nic ensaístico (EM CONJUNTO) do banquete que virá.

DIA 19 DE DEZEMBRO DE 2008, sexta-feira, 21H, DCE-UFF, NO QUINTO DOS ANDARES!!!

Rua Visconde do Rio Branco, 625, Centro, Niterói


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

AVA 18.dezembro.08

Ava Rocha, Daniel Castanheira, Emiliano 7 e Nana Love

convidam para o último show da temporada no Cinematheque de

AVA

com as participações de Gabriel Improta e Mariana de Moraes


quinta-feira, 18 de dezembro
22 hs

Rua Voluntários da Pátria, 53
R$ 20,00/ R$ 12,00 lista amiga
para incluir seu nome na lista amiga

para escutar AVA acesse www.myspace.com/avamusyk

sábado, 13 de dezembro de 2008

C I R C U S

Psicodelias e políticas artísticas foi o gosto que ficou no céu da boca pela última fartura alimentícia de substratos abstratos.
De concreto o teatro – infiltrado de líquido, transbordante; permeado de sonoridades, imagens, falas, corpos e temperos do reino.
A cidade dorminhoca sonhava inexata as fomes contempladas.
“A luz que entra, não é a luz no fim do túnel” – diziam os insones da cidade – “são as portas, as portas abertas – são possibilidades!” – e onde há luz há alma. E por mais bandida, surreal, edificada, estrumenta, universal a vida a fome se consumia em alimento – e a mesa favorecia a comilança.

A felicidade consiste agora, para um dito nós (Barangandão, não estritamente quem o promove, mas todos que o creiam e criem), a felicidade consiste na perspectiva de superação de um estado quase moribundo da produção de arte (pela carência de viabilidade e veiculação – pela falta de portas arreganhadas mesmo!). O objetivo claro é ecoar a felicidade inaugural, amplificá-la, deselitizá-la, empoderá-la, a pô-la na condição de Amor incondicional. Sim! Haveríamos de falá-lo – de falar de tal sentimento hippie que nos insufla ainda como herança de memória e nostalgia utópica; mas já amadurecidos pra saber que tal Amor tem de ser realizável, político (tendo a política como nossas almas em contato direto), pragmático.

A felicidade passa também pela promessa cumprida, mais por quem foi prometido do que por quem prometeu. Os filmes abriram solenemente a noite: Prato Frio, de Eduardo Graça (substituindo o Carne Crua, de mesma direção, que fica para o próximo banquete - a ser confirmado); Ligações Cariocas, Vitor Munhoz; A Lenda de Fundação, Diana Iliescu; Nove Segundos e Vinte e Sete Frames, Camila Márquez e Terêncio Porto; e a estréia de Entreato – e Não Era Sequer Uma Luxúria de Amor, de Daya Gibeli, Victor Pessôa Rocha e Thatiana Verthein.
Daí os caminhos se infinitizam.


A banda Bandida pilhou os últimos grilhões;

depois a performance de Suani e Hamilton consagrou a libertação do palco,


preenchido de discursos por parte do D.C.E. e da EcoAção, fora os discursos poéticos salientando-se das sombras, pouco exploradas normalmente, (do lado das cadeiras do teatro).



Jam-samba-session de Wilson Moreno, Ricardo Saragoza, Martina Carvalho, Pablo Carioca, Fabio Bastos e outros.

A Uneversos enfatizou a dinâmica autoral das sonoridades afins do Barangandão,

o que a Edifício Lúcia,


Surreal Freak
e Ecstrumíh reafirmaram



– não sem o mágico movimento apresentado por Lívia Ferre ao Desanuviar a paisagem já repleta de luz e imagem,

com as fotografias de Giselle Veiga, as de Daya Gibeli e Barangandão, Hotel Catombe e foto-still do curta-metragem “Entreato – e não era sequer uma luxúria de amor”, e as pinturas de Beatriz Peixoto e as de Martina Carvalho.

Após as considerações feitas aos protagonistas, para a questão estrutural evidenciamos, saudosos, a Tribo Urbana, o nome de Moacyr, em colaboração e apoio fundamental aos ideais e afinidades nossas; repetirei a sigla do D.C.E., pelo teatro e amparo dado, vinculando o nome de Pedro Freitas, parceiro dos passos dados à direção oblíqua e verdadeira ainda a ser efetivada pelo que seja erigido conjuntamente.
Isso porque dizer obrigado é pouco e insatisfatório; Gracias seria mais apropriado – porque como a própria proposta do Barangandão é assim: o agradecimento e um desejo verdadeiro de reciprocidade do bem ofertado.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ARTE DO MOVIMENTO - eSPAÇO cULTURAL tRIBO uRBANA - sábado 13/12

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

ESTAÇÃO LUNAR - Luau Histórico-Literário - sexta 12/12

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

CIRCUS - 05/12/2008 - DCE UFF

Prezamos muito a política artística que mantemos, mas há de se usar um tanto do objetivismo castrador da poética do exagero. Chega, então, das mensuradas maneiras de arte – e isso é diretamente a vós, artistas do presente, da contemporaneidade – não é assim tão essencial o domínio, a autoridade, nem a autoria, para que seja lícita sua forma de serem. E a vós leitores, o que devo falar-vos?
Tudo me leva crer que nada - tendo em vista que já este texto só é “jornalístico” por não poder ser poesia.

O lobo tempo morde os calcanhares do que dormem (dorminhocos).
Tragando a noite.

Andarilhos dos próprios passos!
Malabaristas das luzes de estanho!
Quiçá o sono da cidade os sonhe –
Possam seus sons e cores acordá-lo.

Mas não é isso que deveria estar posto aqui.
Era a mais densa fome – congruente, prosaica, e pior: intangível, e impercebida muita vez.
E o sono acalentado pelo manto capital ou rasgado pela capa marginal.


Passada a inclinação poética desabafada, havemos de nos esclarecer.
Há de nós um pedido como promessa – e de fato a poesia pode ser menos exata para tal exposição. A promessa é: a mesa posta (dessa vez o teatro do DCE), ofertada a QUALQUER PRATO que se queira fomentado, e a QUALQUER FOME que se queira contemplada – ou seja: o espaço é aberto integralmente a falantes/ouvintes, pintores/vedores, enunciadores/enunciatários, a quem quiser expressar e a quem quiser receber – isso quer dizer, mais ainda: entrada “só-entrar” (franca); palco liberto (palco livre para poesia, som, performances, visuais, enfim: livre); músicos, poetas, atores convidados; cinema; plásticas; sorrisos, sinestesias...

CIRCUS. Banquete Barangandão.

Da direção.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

ORGIA ALIMENTÍCIA - FESTIVIDADE PAGÃ

Sexta-feira, obviamente dia 31 de outubro de 2008, aconteceu a festividade Pagã Orgia Alimentícia, no respeitabilíssimo Tom Carioca Bar.

O Banquete das Bruxas saciou aos comensais com um caldeirão multisaboroso.

Iniciou-se o sagrado ritual do palco com a primeira pitada alquímica da noite,
a fabulosa banda
PRATO PRINCIPAL


O Jazz apetitoso com Sérgio Nacife no teclado, Sérgio Nacife Jr. na bateria ...

A Ciganice de curtas aconteceu com cineastas desifradores de inspiração secular.

“O latido do cão altera o percurso das nuvens”
dir. raul fernando.camila marquez.rebecca ramos.pedro urano.estevão Garcia

http://br.youtube.com/watch?v=sOMEvgwralg

“Prato frio” dir. eduardo graça

http://br.youtube.com/watch?v=awL-h-XuNps

“Colombina” dir. diana iliescu

“Dramática” dir. ava rocha

Os magos da Bossa Nova, Wilson Moreno a cantarolar, Sérgio Nacife Jr. na bateria e ... no baixo
inebriaram-nos com igredientes sublimes da

REGRA TRÊS


Misteriosamente...
emergiu das sombras, a feiticeira das palavras agulhas Suani Boecha, que alfinetou os ouvidos de todos os comensais

Magias, fantasias e feitiçarias crepitaram o palco liberto, na noite de dia das bruxas ... aahhhhahahahhhahah!

Poetiza Joyce

Contando histórias Martina Carvalho

Poeta Victor Pessôa


Provinda das Brumas da Cantareira, irradiando-nos um portentoso rock n' roll, a banda

EDIFÍCIO LÚCIA

Rolando os vocais, Diogo Cavalo; as falanges no violão plugado, Pedro Henrique; as unhas na guitarra; Leonardo César; os pratos e peles, B.A.; e os pulsos no baixo, Bruno.

Thatiana Verthein reabriu os caminhos deliciosos do palco liberto contando um causo:

Notas memorialísticas de Belém: como pode um peixe fora d' água?


Bianca Madruga e Ricardo Saragoza improvizaram encantadores arranjos para Maria Rita e Adriana Calcanhoto


A comilança foi agraciada por místicas sobremesas

A artista plástica Bianca Madruga revelou-nos outra gaveta de... o segredo:



O Barangandão encantou com sua tenebrosa exposição fotográfica Dinastia Catacumbae



Estirpe Pessôa Moura & Romualdo Saragoza Coelho de Moraes Dayavishina Brancescu.


Para digerirmos todas as poções e tentáculos sem fim, apoderou-se do palco um poder ungüiforme melódico...

UNEVERSOS

Vocals e guitarras: Martina Carvalho e Victor Pessôa, baixos e altos: Pablo Carioca, e predestinadamente tamborilando sem parar: Sérgio Nacif Jr.


Agradecimentos!
Aos virtuosímos jazzistas, aos soberanos da bossa brasileira, aos requintados trovadores do rock n' roll, aos magistrados pelo rock da pedra elétrica, aos compositores da realidade imagética, às reverberações poéticas e dramáticas, aos ouvidos, olhos, bocas e salivas, aos Tons e Cariocas, e às bruxas, duendes, dragões, aos sapos, mariposas e gargalhadas noturnas, e mais, mais, mais.

Encaretidamente, mas de graça
O Barangandão!

sábado, 25 de outubro de 2008

ORGIA ALIMENTÍCIA - O BANQUETE BARANGANDÃO 31/10/2008


Viver: agüentar.
Todavia, pensar é ousadia; comer por todos os sentidos.
O mundo vasto, mas os passos, curtos, cruzam-se e fazem o caminho a cada passo – quiçá um norte conquistado conjuntamente (sim, possa ser que seja ilusão tal idéia – restando saber se vale a pena não a ter). Buscá-la, então, apenas; buscar mesmo que doendo. Buscar (amar – piegas já agora) até doer.
Buscar até não se sabe – ainda – as afinidades já conosco, despercebidas. E sentimos que queremos, sem nos deixando querer, que sejam tais afinidades delitos singelos como a arte de achar verdade pensando que se mente.
Fiéis comensais,
Estejais todos indubitavelmente convidados para a próxima Orgia Alimentícia, o Banquete Barangandão, na noite de sexta-feira, 31 de outubro de 2008, às 21h, no respeitabilíssimo Tom Carioca Bar (Trevo avenida 7, ao lado do Colégio Itapuca, "Baixo" Piratininga).
Trazei vossa fome e a voracidade de vossa alma.

MENU

Curta às 21h
“Entreato – e não era sequer uma luxúria de amor”
daya gibeli.victor pessoa.thatiana verthein
“O latido do cão altera o percurso das nuvens”
raul fernando.camila marquez.rebecca ramos.pedro urano.estevão Garcia
“Colombina”
diana iliescu
“Dramática”
ava rocha
“Prato frio”
eduardo graça

Som
AstronautA
Prato Principal
Regra Três
Edifício Lúcia
Uneversos

Linguagem
“Chá de abertura para o banquete”
“Cada um cunta u causu cumu qué”
Suani

Corpo
Lívia ferre

Imagem
Dinastia Catacumbæ
Bianca Madruga
Leandro Rosa

terça-feira, 21 de outubro de 2008

BANQUETE BARANGANDÃO - para os famintos d' arte.

A favor da independência da fome d’arte, na sexta-feira, dia 03 de outubro, ofertamos um BANQUETE, no qual a degustação deu-se com uma imensidão de pratos artísticos e atípicos.

A comilança aconteceu em Piratininga, no Tom Carioca Bar.

Com seu reluzente vestido de Barangandões esvoaçantes, Thatiana Verthein apresentou o primeiro prato.




RAPZODIA, numa mistura de rock n’ roll, blues e poemas musicados.



A Confraria Literária da Cachaça, representada por Thiago Cascabulho, disseminou um fino tempero sonetizado.



Iniciou-se o self-service com o palco liberto libertário libertino.



A brasileiríssima especiaria do Banquete foi ofertada por Ricardo Saragoza e Raquel Terra, num refogado de Chorinho, Bossa Nova e Música Clássica.



Bianca Madruga aproveitou o palco livre para perpetuar a Bossa Nova.



Nosso querido Victor Pessôa ofereceu um prêmio cevado
para o poeta que saísse do armário...


E como se abriram portas:



Os NÍNGUENS fizeram exalar um aroma medieval.



Irene enfeitou o refogado com sua poesia de cor.



UNEVERSOS atomizou com rubros temperos o Banquete Barangandão.



As sobremesas saboreadas no Banquete foram multicoloridas:

Por Daya Gibeli, fotos e textos viscerais, em sua exposição “Cinemascope Brilhante”.



Ricardo Saragoza serviu desenhos intuitivos a grafite giz de cera.



Bianca Madruga com gavetas... o segredo; a primeira gaveta.




Martina Carvalho recheou as paredes do Bar Tom Carioca; contornos de glacê à sinuca e cerejas ao palco.


Márcio Rezende com prosaicas fotografias poetizantes.


O cafezinho eletrizante pós-Banquete foi EDIFÍCIO LUCIA encerrando a comilança com muito rock n' roll.


Por motivos de caráter político , nós tivemos que cancelar a projeção de curtas, porém graças às forças sobrenaturais combatentes conseguimos uma televisão por onde assistiu-se Hair de Milos Forman, O fantasma da liberdade de Luís Buñuel e O Acossado de Jean Luc Godard.



AGRADECIMENTOS

Ao AstronautA, aos cineastas Daya Gibeli, Camila Marquez, Marcos Roberto, Mercedes Paula, Diana Iliescu, Eduardo Graça, Vitor Munhoz, Rebecca Ramos e Raul Fernando, Tom Carioca Bar, às bandas, aos expositores, aos libertos do palco, aos amigos, aos familiares, aos amistosos intrometidos, aos amáveis bisbilhoteiros e aos afáveis inimigos que aproveitavam a fartura do Baranbanquete; fome zero d' arte.


Encaretidamente, mas de graça.
O Barangandão
.

sábado, 27 de setembro de 2008

Esboço de um manifesto - O BANQUETE BARANGANDÃO

O agora não se sabe – nós conscientes de si, mas não conscientes de nós. Não convém definirmo-nos, pois não estamos terminados, acabados – não estamos. Visto isso: certo é que nos movimentamos, simplesmente acontecendo.
E ao acontecer, parte inconsciente, é que começamos – digo começamos pela lenta aquisição desse processo – a entender qual é a nossa função; e de que forma ele se faria presente, fisicamente num cenário artístico-cultural de Niterói – e porque não, do estado, do país, do mundo.
Convém-nos a chegada dessa nova estação, de um novo pensamento, uma nova abordagem; atrelados à necessidade que o novo século implora, nas entrelinhas de uma massificadora cultura midiática, por começar…
Em busca de uma identidade própria, não de outrem; como princípio de uma reciclagem histórica; não o produto de sucatas sociais e culturais, mas o de um organismo que se nutre de experiências, até então pungentes, que lhe proporcionassem amadurecimento e competência para difundir uma consciência recriadora, não somente de um ponto de vista, mas de uma atitude efetiva.
A favor da independência da fome d’arte, podemos ofertar um banquete, no qual a união de potências criadoras possa ser alimentada pela degustação de um intercâmbio de inspirações e ingredientes precisos e atípicos. Provando gostos, gestos, cheiros, formas, texturas, linguagens; a preparar, enfim, um prato de um refogado em fios de significados aromáticos e apreciados pela essência do encontro – ao qual os sabores e dissabores tomam a mesma proporção sinestésica.


Sem mais delongas… Vamos nos alimentar deste BANQUETE…
Para os convidados e seus co-pilotos… e os que viram em algum lugar deste pequeno mundão, por aí, a nossa plural eloqüênte divulgação.


DIA 03 de OUTUBRO de 2008.
Às 23horas.
BAR TOM CARIOCA.
Em Piratininga. Niterói.
Trevo da Avenida 7.
(Ao lado do Colégio Itapuca)


CURTAS 23h30
LEMNISCATA
(Daya Gibeli/Camila Marquez/Marcos Roberto/Paula Mercedes)
LIGAÇÕES CARIOCAS
(Vitor Munhoz)
A LENDA DE FUNDAÇÃO
(Diana Iliescu)
ÚTERO
(Camila Marquez/Rebecca Ramos/Raul Fernando)
PRATO FRIO
(Eduardo Graça)


MÚSICA
RICARDO SARAGOZA & RAQUEL TERRA
RAPZODIA
OS NINGUÉNS
EDIFÍCIO LUCIA
ASTRONAUTA
UNEVERSO


FOTOGRAFIA
DAYA GIBELI
MATHIAS DO VALLE
MARCIO REZENDE


PINTURA
MARTINA CARVALHO
BIANCA MADRUGA


POESIA
CONFRARIA LITERÁRIA DA CACHAÇA
POESIA DE COR (Irene Dorte & Fabio Bastos)

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

CONTATO